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Resenha: Uma viagem inesperada – Babi Dewet, Melina Souza, Carol Christo e Pam Gonçalves

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Olá leitores do Sobre Livros!

Vamos falar de Turma da Mônica Jovem?

Fiquei sabendo deste livro quando ainda era chamado de “Projeto Secreto” pela Pam Gonçalves em seu canal, quando ela ainda falava que talvez o projeto estivesse sendo feito ao lado de outra autora. Você também viu? Pois é. Mal sabíamos nós que ela não trabalharia ao lado de uma autora, mas de três! Além do sensacional Maurício de Sousa, o que seria meio óbvio, penso eu. As autoras seriam: Melina Souza, Carol Christo e Babi Dewet e o projeto seria o livro de contos: Turma da Mônica Jovem – Uma viagem inesperada. O nome já diz tudo, já que cada uma ficou responsável por levar uma das personagens da Turma para uma viagem inesperada.

Uma coisa você precisa saber sobre o livro: todos os contos se passam nas mesmas férias, mas não guardam ligação entre si.

Uma coisa que você precisa saber sobre mim: Sou extremamente chata com contos. A maioria me deixa extremamente irritada. Alguns autores acham que só porque têm poucas páginas para contar uma estória deve fazê-lo de forma rasa a ponto de você começar e terminar o texto do mesmo jeito. Em alguns casos sinto que a premissa foi jogada e tudo fica mal construído e o desfecho terrível. Um conto me conquista quando, ainda que em poucas páginas, tem um início, um meio e um fim (ainda que não nesta ordem), ou, ainda que assim não seja, que me deixe desesperada por mais, por um livro completo ou uma sensação de plenitude com aquelas poucas páginas. De todos os contos que li ao longo da vida (e não foram poucos) essa sensação de completude me alcançou apenas umas 3 vezes, no mais, prefiro nem lembrar do que li.

Dito isso, vamos às estórias.

No primeiro conto, Babi Dewet levou Mônica para conhecer a Coreia do Sul, após perder uma aposta para Cebola e ser obrigada a se inscrever na promoção da rádio local do Limoeiro que levaria dois vencedores para conhecer Seul. Que azar o dela perder a aposta e vencer a viagem, não!? 🙂

No segundo conto de Melina Souza, o segundo do livro, Marina ganha um presente inesperado dos pais e é “obrigada” a viajar para Londres para fazer um curso e se separar de Franja, seu amado, assim como seus amigos, por três longas semanas.

Carol Christo, no terceiro conto, leva Magali a uma viagem de última hora para Parati, bem quando ela já tinha planejado uma lista de tudo o que ia fazer ao lado de seu amor, Quim, ao longo das férias. A sua tia, irmã de sua mãe, ficou inesperadamente doente e seus pais precisavam ir acudi-la, mas não confiaram de deixar Magali sozinha em casa.

Por fim, temos o conto da Pam Gonçalves, o da Denise. Sim, aquela que gosta de falar de moda e de fofocas no Limoeiro. Após ser surpreendida com o celular tocando durante uma prova na escola, recebe como castigo ter que ir passar duas longas semanas no sítio da Tia, que é também uma colônia de férias.

Alguém um dia desses disse em uma resenha que gosta de falar a experiência que teve lendo o livro e não o livro em si. Vou tentar fazer isso também.

Assim que adquiri o livro e o abri a primeira surpresa que tive foi que não se tratava de HQ. É um livro de contos normal, com algumas ilustrações ao longo de cada um deles, mas são poucas, bem poucas.

Gostei muito do livro de uma forma geral. Remeteu-me à infância, à adolescência e só então percebi há quanto tempo não lia nada da Turma da Mônica. Foi maravilhoso!

Confesso que não li na ordem certa, fui pela curiosidade e li os contos da Mônica e da Denise primeiro. Depois de ler o da Denise me empolguei e li o da Magali e da Marina.

O meu favorito foi o da Marina. Nunca tinha lido nada da Melina e nem da Carol Christo, de modo que foi um primeiro contato muito bem feito. Achei fofo, deu muita vontade de conhecer Londres e curti muito o crush. (Nota: 5 estrelinhas)

Fiquei um pouco irritada com a mãe da Magali no início do conto dela, me senti adolescente de novo com a mãe pegando no pé! Mas a parte que se passa em Paraty foi muito legal! Se tornou meu segundo favorito. (5 estrelinhas)

Apesar de ter ficado em terceiro lugar não tenho nada a falar de negativo do conto da Denise (parece estranho, mas cada um tem um parâmetro para preferências, certo?). No início do conto fiquei com receio de achar ela chata com toda aquela coisa de gostar de fofocar e falar de moda e tal. Não incomodou. Na verdade, você nem se lembra disso. Ela foi até bastante madura para uma adolescente impedida de se conectar à internet e pra mim enfrentou o conflito proposto pela autora de uma forma que me convenceu e me tocou. Valendo lembrar que ela (e as demais) tem apenas 15 anos. Shippei muito o casal que denominei “Dounise”. Que menino fofo é o Douglas!!! Se eu tiver uma filha sem dúvida vou torcer para que ela encontre alguém como ele. Na minha humilde opinião a Pam é muito boa para criar crushs, ainda que sejam meio cafajestes (isso fica pra uma próxima resenha!)

Por último então temos o conto da Mônica, contado pela Babi Dewet. Foi o primeiro que li. Acho super válida essa campanha para promover a cultura pop coreana. É muito legal, já ouvi bastante e tenho até algumas bandas na minha playlist diária de trabalho. O problema do conto em si não foi isso. (preparem-se para as linhas a seguir. Quem não é fã de crítica (ainda que construtiva, melhor parar por aqui. Obrigada por ter lido até esse pedaço! :*).

O primeiro dos meus problemas com o conto e talvez o pior deles, foi a quebra de expectativa em relação ao conflito. Achei fraco e toda vez que achava que ia acontecer algo a expectativa se quebrava. Detalhes são impossíveis sem spoilers, então, sorry. Esperava mais, ainda mais depois que li os demais.

O segundo problema que tive foi ter achado a Mônica tão insuportável. Ok, vocês vão me dizer: Mas, Evelyn, todas as protagonistas do livro têm a mesma idade, 15 anos. São adolescentes! Sim, eu concordo. Mas são quatro contos e o que menos lembrei em três deles foi a idade das meninas. Ainda que saibamos desde sempre como é o gênio da Mônica e ainda que ela tenha notado que algo aconteceu a ponto de mudar quem ela é (mesmo com 15 anos), poderia ter demonstrado isso de outra forma que não repetindo a mesma coisa diversas vezes.  A idade é um ponto que sempre bato em relação aos livros da Babi, mas isso não vem ao caso no momento, certo? Por fim, esperava ver mais da Mônica e menos de “Babi”. O DJ Caqui também se mostrou pra mim um personagem desnecessário, parece que está lá só porque tem que estar. Agora você me pergunta: nossa, você não curtiu nada desse conto? Sim, gostei de Seul! Fiquei querendo conhecer! (Levou 2 estrelinhas).

Indico o livro de uma forma geral! Fazendo uma média de todas as notas, fiquei no 4.

Quem ler me conte o que achou!

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2 Comentários

2 Comentários

  1. Luciana Chaves

    22 de setembro de 2017 em 20:06

    Ei!
    Confesso que também fiquei chocada quando vi que não era HQ. Kkkkk…
    Fiquei até imaginando antes como tinha sido o processo… se elas teriam dito como seria cada cena. Hahaha…
    Tb não li nada da Carol e da Melina (só sabia que o insta dela é lindo, rs).
    Vou te falar… nem lembrava quem era a Denise…
    E quanto à Mônica… que pena! Ela é minha personagem preferida da turma. Hahaha
    Tenho o mesmo problema que vc com contos… mas quem sabe depois eu leia os seus preferidos pra conhecer as outras autoras, né?
    Bjins

    • Evelyn Butignoli Cunha

      26 de setembro de 2017 em 08:59

      Oie!!!
      Pois é! Será que mta gente caiu nessa de achar que era HQ igual a gente? hahahahahaha
      A Mônica tb é a minha favorita! Mas leia os outros sim! Espero que tb goste do texto das meninas!
      :*

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Resenha | Sol da Meia-Noite [Crepúsculo #5] – Stephenie Meyer

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Olá leitores do Sobre Livros! Sim, eu sou uma twilighter assumidíssima! Então já sabem: esta resenha terá altos níveis de empolgação! A resenha será do livro Sol da Meia-Noite.

Não sei se acompanharam, mas durante o sucesso da Saga Crepúsculo, vazou na internet o livro que a Stephenie Meyer estava escrevendo. O livro foi abandonado por desgosto, e os fãs esperaram, ansiosos, que a Tia Steph terminasse de escrever o Sol da Meia-Noite.

Nosso espera foi agraciada em 2020. Então o ano não foi de todo perdido…

Sol da Meia-Noite é o quinto livro da Saga Crepúsculo – sétimo, se contarmos “A Breve segunda vida de Bree Tanner” e “Vida e Morte”. A Stephenie Meyer anunciou mais dois livros para a série em uma entrevista, mas ainda não temos maiores informações sobre isso…

Sol da Meia-Noite - Stephenie Meyer [CAPA]

O livro apresenta a mesma história narrada por Bella no primeiro volume de Crepúsculo. A diferença está no focalizador: dessa vez, quem narra a história é o Edward.

Então o livro poderia ficar repetitivo, mas não. Stephenie Meyer conseguiu abocanhar nossa atenção ao girar o ponto de vista e apresentar informações que satisfazem a curiosidade dos fãs.

Sol da Meia-Noite mostra, através da narração do Edward, como foi a chegada da Bella em Forks. Começa a narrativa no primeiro dia de aula da Bella, pouco antes dela entrar no refeitório e avistá-lo pela primeira vez.

Vamos acompanhando como Edward se sentiu e reagiu à novata, como ele foi superando sua sede e se envolvendo por Bella.

Confesso que Edward foi capaz de redimir a Bella em muitos aspectos. Seu olhar generoso nos mostrou outras formas de enxergar as atitudes hora mal interpretadas da personagem.

E esse talvez seja um dos piores erros da narrativa: claramente, Stephenie Meyer tenta “consertar” vários erros de continuidade, verossimilhança e provocar a redenção de seus personagens. Em vários momentos senti como a autora queria “alterar” a forma como os fãs reagiram, justificando decisões mostradas nos demais livros.

Outro ponto negativo são os excessos. Edward esmiúça demais cada pensamento, cada sentimento, cada atitude. A autora deixa pouquíssimas brechas para a interpretação do leitor. A sensação é que a autora “mastiga” demais, subestimando o leitor. Stephenie Meyer quer que você veja e entenda o Edward dessa maneira específica, e não dá chances para que o leitor saia desse roteiro.

Mas ignorando esses dois aspectos mais irritantes, confesso que delirei de felicidade em cada linha! Como foi maravilhoso voltar para essa história. Tanta memória afetiva!

Tive uma ressaquinha literária depois de terminar a leitura. Foi difícil sair desse universo novamente. Não tenho dúvidas de que sigo fã e que se realmente publicarem mais livros da saga, estarei pronta para retornar. Espero que tenha gosta da resenha do livro Sol da Meia-Noite, boa leitura!

Compre o livro Sol da Meia-Noite na Amazon.

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Resenha: Champion – Marie Lu

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“Se você quiser se rebelar contra o sistema, faça-o de dentro dele. Isso é muito mais forte do que se rebelar estando fora do sistema. E se você escolher se revoltar, leve-me com você.”

Olá leitores do Sobre Livros! Hoje vou contar para vocês sobre o Champion, terceiro e último volume da trilogia escrita pela Marie Lu, mas quis dividir essa citação do primeiro volume, Legend, pois ela me marcou e guia todo o enredo da trilogia.

Mas antes de esclarecer mais detalhes, vamos apresentar a autora. Marie Lu era programadora de games e atualmente está focada em sua carreira como escritora. Sempre que tem tempo livre gosta de ler, desenhar e jogar Assassin’s Creed. Ela mora em Los Angeles com o namorado e seus cachorros.

A trilogia foi toda publicada no Brasil pela editora Rocco – e temos a previsão do lançamento de um quarto volume! Apesar de ter edições lindíssimas e traduções excelentes, a qualidade dos livros deixa a desejar. Refiro-me ao fato de enquanto lemos, o livro praticamente se desmancha nas nossas mãos. A costura vai cedendo com o uso, por mais que o leitor seja cuidadoso.

A trilogia Legend apresenta um cenário distópico. Acompanhamos a narrativa em primeira pessoa de dois personagens, que alternam os capítulos. Isso poderia ter dado muito errado, mas a jovem autora demonstra toda sua capacidade ao diferenciar muito bem cada narrador. Não precisaríamos das indicações no início de cada capítulo, a voz da June e do Day são muito diferentes uma da outra, cada uma expressando brilhantemente sua personalidade. Admiro muito a autora que demonstrou sua capacidade técnica durante a narrativa de toda a trilogia.

A partir daqui spoiler dos dois primeiros volumes, Legend e Prodigy.

Champion começa nos mostrando como está Day. Descobrimos no final de Prodigy que Day está muito doente, e com pouquíssimas possibilidades de cura. A verdade é que sua doença está se agravando rapidamente, para suportar as dores de cabeça, Day precisa tomar drogas muito fortes. É questão de tempo até seu corpo não resistir mais.

Na primeira cena do livro, Day recebe uma ligação. Há oito meses eles não conversam, e duvido que os leitores de Prodigy não tenham surtado quando Day termina com ela. June. June liga para Day, convocando-o para participar de um baile.

Day nega qualquer envolvimento com a República. Ele declarou seu apoio a Anden, mas desde então não participa de nada político. Todo o tempo de separação, ele passou cuidando de seu irmão caçula Éden e de sua doença. E agora estava recebendo um convite dela.

June agora é uma dos três primeiros cidadãos. Anden não pôde intitulá-la imediatamente, precisando recorrer a um período de “estágio” com ela e mais dois senadores com mais experiência. June questiona sua capacidade em ser primeira cidadã, mas está se esforçando para merecer o cargo. Sobra tempo apenas para seu cachorro, Ollie.

Mas se você, leitor, ficou esperançoso com esse contato inicial de June, prepare o coração. A ligação não prevê uma reconciliação. June tem um motivo grave para entrar em contato, e não tem qualquer relação pessoal com os dois. Mais uma vez, Day terá que decidir o futuro da República.

Definitivamente essa trilogia não é para corações fracos. A autora nos introduz em um mundo sombrio e devastado, e mantém durante toda a trilogia. Os personagens são densos e muito bem delineados. Marie Lu consegue quebrar alguns clichês e constrói um mundo fascinante.

Lembram-se daquela primeira citação dessa resenha? Pois bem. Acredito que ela mostra bem a ideologia norteadora da trilogia. O concelho que June recebe do seu irmão aponta a direção certa e entendemos o motivo durante a leitura.

Tranquilizo os mais ansiosos afirmando que no fim, a autora arrematou o enredo muito bem. Então deixem-se envolver, permitam que seus corações sejam destroçados. Vai valer a pena. A história é maravilhosa e tenho certeza que Day e June ainda vão me acompanhar por muito tempo.

Indico a leitura da trilogia para todos aqueles que gostam de distopias, mas querem mais que um romance. Para aqueles que gostam de leituras com jogos políticos e muitas reviravoltas. Boa leitura!

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Resenha: Prodigy – Marie Lu

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“Será que sou uma boa pessoa? Tenho minhas dúvidas. ”

Olá leitores do Sobre Livros! Como eu AMO encontrar boas séries para indicar para vocês! Adoro poder dividir minhas opiniões com vocês e ter um livro realmente bacana para discutir. E dentre as distopias que estou acompanhando, com certeza Legend está entre as minhas preferidas. Marie Lu faz por onde.

Marie Lu era programadora de games e atualmente está focada em sua carreira como escritora, mas sempre que tem tempo livre gosta de ler, desenhar e jogar Assassin’s Creed. Ela mora em Los Angeles com o namorado e seus cachorros.

“Não posso deixar de sorrir no escuro. Essa danadinha é sempre muito inteligente. ”

A trilogia Legend apresenta um universo sombrio e tenebroso. Distópico, acompanhamos o desenrolar dos fatos na República, país este devastado e em constante guerra, que se encontra onde atualmente é o oeste americano.

No primeiro livro Legend, a história foca-se na República, acompanhando os desdobramentos que o assassinato do irmão de nossa protagonista, a garota prodígio da República, June. Day, o criminoso mais procurado da República é apontado como culpado.

A partir daqui, spoiler do primeiro livro.

Prodigy inicia-se com Day e June terminando sua viagem de trem, rumo a Las Vegas. Day está gravemente ferido, e antes que ele e June possam fugir para as colônias é necessário resgatar não somente o irmão de Day, mas também Tess que está sob a proteção dos Patriotas, grupo de resistência.

A esperança de Day é chegar em Las Vegas e conseguir ajuda dos Patriotas para recuperar seu irmão e Tess, e June estará a seu lado o tempo todo. Apesar de serem dois opostos, a química entre dois garante sua lealdade.

É incrível a narrativa de Prodigy! Cada capítulo é narrado em primeira pessoa, alternando entre Day e June. A autora é magistral, pois não é fácil fazer o que ela fez: não é necessário que seja anunciado quem está narrando aquele capítulo, é totalmente perceptível quem é quem. Os personagens não se misturam, o otimismo e bom humor de Day e o calculismo e inteligência de June é palpável em cada linha.

Vale ressaltar que Prodigy amplia muito o cenário. O que antes estávamos focados na República, agora entendemos que ela está incorporada em um mapa mundi que desconhecemos, mas que nos parece plausível.

E o melhor: apesar de trazer um romance envolvente, o jogo político é dinâmico e atrativo. Ainda não me convenci da boa vontade de alguns personagens, enquanto outros deixaram suas máscaras cair totalmente. Eu não acredito em personagens maquineístas, para serem críveis, eles têm que ser dotados de qualidades e defeitos. Ninguém é bom ou mau completamente. Então aguardo Champion ansiosamente para ver como a Marie Lu irá me surpreender ou comprovar minhas previsões.

A guerra entre a República e as Colônias ganha mais um elemento: a revolta da população. A humanidade não aguenta mais os sistemas vigentes, e estão soltando suas vozes para pedir por mudanças. A revolução está batendo a porta.

A edição de Prodigy está lindíssima! A capa é linda, e a diagramação deslumbrante. As páginas são decoradas e gostei da tradução. Não li o original, mas notei que o tradutor fez algumas escolhas de palavras interessantes, principalmente ao possibilitar que o Day fosse ainda mais engraçado – imagino que se o tradutor tivesse escolhido uma linguagem mais rebuscada, esse bom humor não teria sido o fôlego cômico tão necessário as páginas de desesperança de Prodigy.

Indico o livro para aqueles que estão adorando as distopias, mas quer mais que triângulos amorosos. Sim, Legend traz romance e dois personagens cativantes, mas nos apresenta um universo muito mais denso e interessante. Boa leitura!

“Basta uma geração faça uma lavagem cerebral num povo para convencer as pessoas de que a realidade não existe”.

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