Resenha: Corte de Gelo e Estrelas – Sarah J. Maas

Livro 3.1, spin-off da série Corte de Espinhos e Rosas

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SINOPSE: O aguardado spin-off da série Corte de Espinhos e Rosas. Feyre, Rhys e seu círculo íntimo de amigos ainda estão ocupados reconstruindo a Corte Noturna e tentando manter a paz, conquistada a base de muito esforço e perdas pessoais, após a queda da muralha. Mas o Solstício de Inverno finalmente está próximo e, com isso, um alívio merecido. Compras, festas, celebração e a promessa de dias tranquilos. A atmosfera festiva não consegue, entretanto, impedir que as sombras da guerra se aproximem. Em seu primeiro Solstício como Grã-Senhora, Feyre ainda lidando com os horrores do passado recente, e percebe que seu parceiro e sua família têm mais cicatrizes do que ela esperava – cicatrizes que podem impactar o futuro, e a paz, de sua Corte.

Se você é fascinado por Sarah J Maas (assim como eu, diga-se de passagem), provavelmente foi até as estrelas de Velaris e voltou quando saiu a noticia do pré-lançamento de Corte de Gelo e Estrelas, sabemos que com a gravidez e o falecimento do pai, nossa deusa Sarinha, precisou de um tempo pra se equilibrar antes dos novos lançamentos, BUT, enfim, depois de dias torturantes de espera, eis que chega as livrarias e plataformas digitais o novo livro que faz parte da saga de Rhysand (pausa para o suspiro) e Freyre.

Algumas pessoas tem a mania de achar que um Spin-Off é apenas um jeito que o autor encontra de ganhar dinheiro enquanto um livro com substância não vem. DISCORDO! Na minha opinião, quando nos apegamos á uma realidade literária, qualquer coisa que vem é bem vinda hahaha

Para a tristeza de muitos, o livro não veio para acrescentar nada de novo a história, mas para a alegria da maioria, permitiu (ainda que por pouco tempo, já que o livro tem míseras duzentas folhinhas que lemos chorando pra não chegar na última), estar pertinho da nossa amada família da Corte dos Sonhos.

Sim, você não leu errado, o livro todo é basicamente neutro, só veio pra dar esse gostinho de quero mais, já que se passa basicamente nos preparativos para o Solstício de Inverno enquanto a cidade é lentamente reconstruída após a guerra.

“MAS NAAAAYLA, QUER DIZER QUE DEU RUIM?”

Never my dears. Com apenas uma cena super caliente entre Rhys e Frey, informações desnecessárias sobre o ciclo menstrual no mundo feérico e várias vontades de esmurrar a Nesha (o menina, grã-feérica chata duma figa!), como todos os outros livros da nossa querida Sarah, ele te prende da primeira á ultima página, e vale ressaltar que vários pontos continuam com as pontas soltas, o que faz nossa deusa interior vibrar pensando que outros livros virão, veja só:

Temos Tamlin (Sarah querida, está na hora de dar um rumo pro rapaz, chega de arrastar o chifre dele no asfalto literário por aí) que continua na sofrência pós tombo amoroso.

Temos Nesha chata que anda curtindo a vida nas bebedeiras das cortes feéricas.

Elain coitada, que precisa arrumar alguma coisa além de jardinagem nessa vida imortal pra fazer e esquecer logo aquele humano que não queria nada com nada.

A muralha que agora não existe mais, deixando uma linha tênue entre os humanos e os féricos.

Ouve-se e lê-se rumores inclusive, que uma possível junção entre Trono de Vidro e ACOTAR pode se tornar realidade (meu sonho!), o último livro da lançado da Série Trono de Vidro, Torre do Alvorecer (confira mais especulações clicando aqui), inclusive já agrega novos personagens que pode alimentar essa esperança.

Entre diveeeeeersas outras situações que precisam ser e acontecer, ou seja, vai ter mais sim e eu não vejo a hora de sair o próximo, espero que seja logo já que em terra de humano, se isso não se desenrolar, vou precisar cair no caldeirão pra ter tempo nessa vida de esperar os novos livros (piada ridícula, acredite, eu sei).

Eu sou totalmente apaixonada pela família Trono de Vidro, mas preciso confessar que meu coração bate muito mais forte quando falamos de ACOTAR, se você ainda não leu, corre atrás gata(o), não perde mais tempo não.

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