50 tons de liberdade | O desfecho

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Olá leitores! Quem me conhece sabe que nunca curti os livros da Série 50 tons. Li o primeiro, a metade do segundo e, me lembro até hoje da cena, larguei o livro em cima da cama e corri para a cozinha para minha mãe (que já tinha lido e relido todos) me contasse o resto do segundo e o desfecho da história. Me lembro de tudo que ela me disse, até hoje.

Então, no sábado, dia 17.02.2018, eu e ela (minha mãe, rs) fomos para o cinema assistir o desfecho dos filmes, já que tinha levado ela para assistir todos até então.

Até aí tudo certo. O filme começa, todo aquele glamour do tão aguardado casamento, a festa linda (mas curta para o telespectador) aquele cenário já conhecido do Edifício Escala, do escritório (agora modificado para melhor) onde a Anastácia trabalha, o também já conhecido quarto vermelho, as várias (e cansativas, sorry) cenas de sexo.

Então tem aquela coisa que todos já esperavam acerca da ameaça à vida do Sr. e da Sra. Grey e todo o conflito até o desfecho desse acontecimento específico. E, foi ai que me perdi. Onde foram parar os acontecimentos que minha mãe me contou? Não quero me prolongar demais para não dar spoiler indesejado. Só quero que alguém encontre e me diga onde foi parar o final do filme e me falem pra eu ir assistir. Estou procurando até agora. Pisquei e a tela preta apareceu!

Não atribuo isso ao fato do filme ser curto, afinal, foram 2 horas de sessão. Talvez tenha sido hipnotizada, rs, mas também não acho que tenha sido isso que provocou a sensação de “Cadê o resto!?” no fim das contas.

Assim, apesar de todo glamour, a atuação e as tiradas maravilhosas de Dakota Johnson (de quem aprendi a gostar muito a partir do segundo filme) e, principalmente, da trilha sonora que em todos os três filmes se mostraram um espetáculo à parte, achei o final bem frustrante.

De toda forma é necessário assistir para concluir o ciclo. Assistam ao trailer!

1 COMENTÁRIO

  1. Estou apaixonado por Dakota!Desde o início do filme, “Cinquenta Tons de Liberdade” vai lançando tímidas tentativas de engatar em suspense e mistério. A história que ganhou fama por flertar com a ousadia em termos de sensualidade tentou entrar também na seara do mistério, mas tropeça em clichês do começo ao fim. Ao menos no terceiro filme, a história adaptada por Niall Leonard e dirigida por James Foley consegue diminuir um pouco o tom de relacionamento abusivo empoderando Ana, mas continuo batendo na tecla de que a franquia promove uma equivocada romantização desse tipo de namoro/casamento. Não caiam nessa, mulheres, nenhum homem abusivo vai se dobrar quando se apaixonar por você. Eventualmente, ele vai voltar a ser agressivo, o Christian (Dornan do óptimo Meu Jantar Com Hervé, aqui deixo o link com os próximos horários: https://br.hbomax.tv/movie/TTL710707/Meu-Jantar-Com-Herve) não existe. E o tanto que ele te ~~ama~~ não justifica essa possessividade e essa necessidade de controle que ele tem sobre você.

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