sexta-feira , 24 maio 2013
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Semana Especial do Halloween: Jack por Georgette Silen

Especial Halloween

No próximo domingo, dia 31 de outubro, será comemorado o Dia da Bruxas, também conhecido por Halloween. O Sobre Livros convidou alguns autores para escrever contos não relacionados ao tema especificamente, mas que envolvam elementos macabros, algumas colheradas do sobrenatural e uma pitada de terror.

Todos os dias teremos contos com autores já apresentamos a vocês aqui no Sobre Livros, mas não contaremos quem são, vocês terão que vir aqui todos os dias e descobrir =D

O conto de hoje foi escrito por Georgette Silen, já conhecida no site por ser autora do livro Lazárus. O conto é uma história tradicional do Halloween abordada de uma maneira diferenciada, um romance sobrenatural de horror. Será que teremos um final feliz?

Esse conto será publicado na antologia Espectra – Histórias de fantasmas organizado pela própria autora junto da Editora Literata. As inscrições para essa antologia estão abertas até 31 de outubro, quem tiver interesse acesse o site para mais informações.

Quem quiser conversar, conhecer e saber um pouco mais sobre os trabalhos de Georgette Silen, basta segui-la no Twitter @georgettesilen e visitar o seu blog.

Está declarada aberta a Semana Especial do Halloween

Jack*

Georgette Silen

O céu estava enegrecido, sem lua, e mesmo as estrelas hesitavam em aparecer por entre as nuvens, como se temessem represálias pelo gesto de ousadia. O vento frio, que marcava a chegada do inverno rigoroso, lamentava em uivos, anunciando o império de Samhan, o Senhor dos Mortos.

A terra, que esteve fértil enquanto Brigith, Deusa da Cura, e Lugh, Deus do Sol, governaram, agora se recolhia ao frio toque de Samhan, cujo hálito enregelado ceifava a pouca vida que ainda teimava em resistir.

Seguindo pelas curvas do caminho ritual, que conduzia ao círculo menor de pedras no altiplano mais afastado da aldeia, um jovem, vestido em túnica negra com um capuz alaranjado, procurava vencer a barreira dos ventos. Os galhos dos arbustos ressequidos agarravam as dobras de suas roupas, como se fossem mãos cadavéricas fugidas de sepulturas antigas. Ouviu-se um ou dois rasgos no tecido antes que ele pudesse se livrar e continuar seu caminho.

O pio solitário de uma coruja causava arrepios, que ele tentava justificar como sendo um efeito do frio, e o coração parecia um tambor em meio à densa escuridão. Carregava uma lanterna nas mãos, mas estava apagada. Naquela noite, o Samhain, véspera do Ano Novo, noite em que a cortina de véus entre o mundo dos vivos e dos mortos era tênue e os espíritos lutavam para se apossar dos corpos dos homens, era proibido acender as luzes, pois elas tinham o poder de atrair os mortos na virada do ano. Para evitar que isso acontecesse, os sacerdotes da Mãe Deusa preparavam rituais e procissões; todos trajavam máscaras e roupas fantasmagóricas e assustadoras e saíam gritando pela aldeia, para afugentar as almas. Alimentos e bebidas eram oferecidos aos espíritos nas entradas da cidade para que os vivos fossem deixados em paz naquela noite.

O jovem havia participado de todas as danças, cânticos e procissões, cumprindo fielmente sua parte, sem levantar suspeitas. Esperara o ano todo por aquele dia e nada poderia dar errado. Quando a aldeia finalmente adormeceu, deixou o quarto que dividia com seu mestre sacerdote e, sorrateiro, abandonou a casa, levando a sacola onde escondera tudo o que precisaria, recolhendo pelo caminho o restante para suas necessidades.

Ao alcançar o círculo de pedras, menor do que o que vira na distante planície de Salisbury, mas que continha poder equivalente àquele, os arrepios se intensificaram e tremores pequenos sacudiram seus ossos, fazendo os dentes se chocarem uns contra os outros na boca. Sobrepujando o medo do que estaria para acontecer pela extrema vontade de realizar um desejo mais importante que tudo, obrigou as mãos e a mente a começarem o trabalho. Acendeu a lanterna, o brilho avermelhado atenuando o breu, e teve a impressão de que vozes e suspiros acorreram para a luz da chama. A incrível sensação de estar sendo acompanhado, olhado e vigiado corria por suas veias, e tentava engolir a saliva pela garganta contraída.

Começou desenhando símbolos no chão, na terra congelante, com o punhal curvo cerimonial que retirara, em segredo, da túnica de seu mestre adormecido. Quando o arranjo pictográfico estava concluído, espalhou os alimentos entre os grafismos. Amêndoas, tâmaras, soul cake — uma torta de pão com groselhas — frutas cristalizadas, peixe defumado, abóboras e vinho. Ajeitou bagas de rosas silvestres desidratadas ao centro, junto a uma gamela de cerâmica, e atirou lascas de casca de aveleira na chama da lanterna, que crepitou em tons azulados. O cheiro doce da madeira espalhou-se, suas notas provocando enjoo no estômago do rapaz.

Sentou-se, respirando profundamente, enfiando a mão dentro de um saco escuro, que se retorcia em movimentos leves. Olhou sem simpatia para o filhote de gato, o pelo felpudo e cinzento, que abria as pupilas para a luz da lanterna. Alisou seu couro, duas vezes, proferindo vocábulos que eram transmitidos de geração em geração através dos tempos. Um miado agudo brotou da garganta felina no momento em que a cortou com a adaga curva, silenciado depois enquanto o sangue escorria para a gamela diante dele. Quando o fluxo cessou, abandonou a carcaça e esperou, sentindo que o vento ficara preso do lado de fora do círculo místico de pedras.

Aos poucos, as vozes e sussurros que ouvira antes foram tomando corpo, crescendo e se intensificando. Vultos corriam entre as pedras, indo e vindo, saindo e entrando no círculo, subindo e descendo os monólitos, deslizando feito neblina com vontade própria, consciente; o ar, antes frio, tornou-se mais gelado.

Samhan… Samhan… Samhan…

Lamentos ecoados invocavam o nome do Senhor dos Mortos, e sentiu a alma acender-se em expectativa, enquanto os lábios espelhavam as vozes dos espíritos. Labaredas de fogo fátuo azulado espocaram nos espaços vazios entre as pedras, uma de cada vez, até que todo o círculo estava iluminado, banhado numa atmosfera etérea, bruxuleante. E então, dentre as luzes, uma forma envolta em manto e capuz negros assomou-se em meio a uma névoa cinzenta, densa. A figura bloqueava as chamas, criando uma auréola ao seu redor, o que ampliava a sensação de encantamento e poder. Deslizou sem dar nenhum passo, as dobras do manto flutuando numa gravidade própria, livre das leis que regem o mundo dos homens, chegando ao centro do círculo. Duas órbitas ocas, brilhantes, examinaram as oferendas; o resfolegar alto de uma respiração carregada escapava pela abertura do capuz, enquanto virava a cabeça de um lado para o outro. Satisfeito com o que via, concentrou sua atenção no pálido rapaz, que sentiu o tempo preso numa bolha impenetrável.

S-Samhan…? — perguntou com um leve engasgar estrangulado de saliva.

O Mestre não atende pessoalmente aos chamados dos homens. — a cabeça encapuzada moveu-se, e algo como centenas de vozes pareciam falar a mesma frase, ao mesmo tempo, em ecos que iam se sucedendo. A cadência melódica era nauseante.

Silêncio.

E… Q-Quem é v-você…? — buscou manter a voz firme, falhando em sua tentativa, tremendo diante da presença real do mundo espiritual.

O nome do mensageiro não é importante, apenas o conteúdo da mensagem. — os ecos sulcavam sua cabeça dolorida — O mortal clamou pelo auxílio do Mestre, invocando-o com as oferendas no Samhain. Como emissário Dele, confirmo seu chamado.

Novo silêncio. O rapaz sentia as veias pulsarem em seu corpo. Arriscou dizer algo, para fugir ao opressor oco sonoro.

E-eu… Sim, eu chamei pelo Senhor dos Mortos… Eu… Queria… Quero dizer… Quero…

Samhan sabe o que deseja, criatura de um dia. — uma voz mais fria que o inverno retrucou, calando-o — O Mestre tem ouvido seus lamentos, sabe da dor que guarda em seu coração, desde que sua alma companheira cruzou os batentes do Seu Reino.

Os olhos do rapaz encheram-se de lágrimas, que rolaram como pérolas fugidas do engaste de um colar que se arrebentou. Tocaram o solo, encharcando-o com a tristeza e a saudade que o tempo não conseguia curar. Buscou o ar rarefeito, preso na bolha, e encarou o emissário que se mantinha em indiferente silêncio eterno.

Se sabe o que desejo, então, diga-me, o Senhor dos Mortos irá me atender? — falou com a ousadia dos que nada mais têm a perder — Ele me devolverá aquela que amo? Ou deixará que eu adentre os umbrais de Seu reino para encontrá-la?

Pairando a centímetros do chão, suspenso pela neblina fumarenta, a figura do emissário de Samhan contornou o corpo do rapaz, com a elegância que só a Morte poderia demonstrar. Em seu trajeto, as piras de chamas inflamavam-se com mais intensidade, para depois retrocederem ao estado anterior, e vultos escondiam-se nos monólitos à sua passagem, como se temessem encontrá-lo mais uma vez. Com a consciência alterada pela situação, podia ver olhos brilhantes que observavam a cena entre as sombras. Ao completar a volta, o emissário postou-se novamente diante dele e elevou um braço coberto pela comprida manga da túnica. Com esse gesto desvelou a mão, cujos dedos de ossos brancos assomaram à vista do rapaz.

Quem atravessa os portais do reino do Mestre, em seu tempo pré-determinado pela Roda da Existência, não pode mais deixá-lo, não enquanto a volta da Roda não for completada e o fim ceder lugar, mais uma vez, ao início, ao qual todos os homens estão atrelados. — decretou sem compaixão — Sabe quais são as leis, jovem aprendiz dos Deuses, pois é um iniciado nos mistérios superiores. O caule que se rompe, nessa vida, não pode retornar para a mesma casca.

Mas… Samhan mandou você… Apenas para me dizer isso? — a incompreensão vincava sua testa — E se Ele permitir que ela reencarne hoje, no dia dos mortos, no limite de toque dos véus, ainda nesse tempo? Ele deve ter esse poder, essa autoridade. — suplicou em prantos — Por favor… Você veio a mim, Ele me ouviu… Sabe que…

A Roda gira, sempre. — cortou-o secamente — E não será a minha presença aqui, ordenada pelo Mestre, que mudará a verdade do Universo. — a figura cresceu, banhada por halos celestes — Vim para dizer-lhe que nem mesmo Samhan, em toda Sua onipresença, pode interferir na ordem estabelecida. O que está feito é imutável.

Não! — berrou, de repente. O vento do lado de fora tentava romper as paredes invisíveis que aprisionavam a tensão da cena — Não… Não… Não… — sufocou em gemidos — Eu não fiz o que fiz hoje para voltar de mãos vazias. Por Brigith e por Lugh, não vou falhar! — o fogo cresceu à menção do nome dos Deuses, mas logo arrefeceu. Esse não era o tempo do reinado dos mestres da luz e da vida — Se Samhan não pode me devolver a mulher que amo, então que me dê uma forma de vê-la, estar com ela, de alguma maneira. Qualquer uma! — chorou, colocando os punhos sobre os olhos — Sei que se tirar minha própria vida para poder encontrá-la no Reino dos Mortos, incorrerei no castigo que afastará minha alma dela, pela eternidade da Roda. E se eu esperar pelo tempo correto e morrer sem que ela tenha renascido, nossos espíritos seguirão, vida após vida, nascendo e morrendo em tempos opostos, e nunca mais nos encontraremos em nenhuma existência… — ajoelhou-se, suplicante, encarando a Morte como quem vislumbra a única chance de viver — Eu… Simplesmente… Não posso suportar… — a voz era um fio seco e fino — Faço o que Samhan quiser… Qualquer coisa… Para vê-la, para estar com ela… — seus ombros caíram, derrotados, e cerrou os olhos, baixando a cabeça para o chão.

Sem saber o que dizer, ou como implorar mais, esperava pelo término do ritual. Seu pedido foi negado e quando abrisse os olhos estaria sozinho, se é que alguém pode sentir-se acompanhado na presença do emissário da Morte. Com o coração esmagado pela saudade, feito o solo amassado pelo peso das pedras do círculo, ele ergueu o rosto, aguardando pelo vazio.

O emissário de Samhan ainda estava lá, na mesma postura de antes, imperturbável como o tempo que não sente sua própria passagem. A mão ossuda alcançou o queixo do rapaz, sem que movesse o tronco, e o toque duro e frio provocou-lhe o tremor dos homens perante o divino.

Você não tem apreço pelo mundo dos vivos, e por esse motivo meu Mestre lhe faz a proposta. — ofereceu com as vozes ecoantes. A luz da lanterna apagou-se, de súbito, a um gesto espalmado da mão ossuda, que se fechou em punho cerrado — Uma troca: assim como hoje, quando você trouxe a luz para o Samhain, guiando os mortos para o mundo dos homens pelo Umbral dos Véus, o Senhor dos Mortos pede que seja o guia da Noite do Ano Novo, de hoje em diante, pela eternidade. — a mão esquelética abriu-se e uma chama azulada brilhou na palma descarnada — Se aceitar, deverá cuidar para que o Fogo do Samhain nunca se apague, velando a chama que orientará os espíritos em sua jornada para esse mundo, ao qual se apegam tanto, e para o qual anseiam retornar a cada ano. Em troca, nessa mesma noite, poderá estar com aquela que deseja, em todas as vidas que ela tiver. — estendeu o braço em sua direção, oferecendo a luz — Agora, escolha!

Os olhos do rapaz brilharam mais que a chama espectral. Não via mais o fogo, nem sentia o frio ou mesmo ouvia o vento. O mundo dos homens não fazia nenhum sentido, nem possuía nada com o qual se importava. Isso era verdade.

O Senhor dos Mortos oferecia-lhe a eterna escravidão, mas sua alma apaixonada enxergava, ali, a liberdade.

Agarrou a mão do emissário. O fogo queimou-lhe a pele como um beijo de amor. Com esse contato, o servo de Samhan se foi, desfazendo-se em névoa fumarenta. Os fachos de luz azulada se apagaram de entre as pedras e a escuridão imperou soberana. O rapaz permaneceu paralisado por um momento, uma forte corrente de gelo e fogo percorrendo suas veias, numa alternância entre o frio e o calor. Toda sua pele parecia ter sido besuntada com bálsamo de cânfora, que pinicava.

Após um tempo incerto, abriu a mão cerrada. O Fogo do Samhain brilhou, bailando como dançarina que errava seus passos com o vento que soprava. Sem demora, desesperadamente, cobriu a chama com as mãos em concha e buscou sua lanterna. Mas todos os objetos da oferenda desapareceram com o emissário. Procurou com o olhar e encontrou sua bolsa. Dentro dela, restava uma pequena abóbora. Arrancou a tampa do fruto com os dentes, retirando a polpa e as sementes, e nele depositou a chama, com cuidado, protegendo-a. Pelos buracos nas laterais do fruto, a luminosidade fugia e a abóbora fez as vezes de uma lanterna.

Levantou-se, trêmulo por dentro, sentindo-se meio vivo e meio morto. Não mais um homem, mas alguém que vagava entre os reinos terrestres e divinos, sem pertencer a nenhum deles realmente. Tateou seu corpo, que aparentava normalidade, mas a certeza de um iniciado místico lhe dizia que, agora, era algo mais que apenas matéria.

Olhando para a chama refugiada na abóbora, as perguntas finalmente começaram a surgir. Samhan havia tido compaixão pelo seu sofrimento, ou já saberia de antemão o que oferecer? Teria sido planejado desde o início, quando recusou seu primeiro pedido? O desprezo que nutria pelo mundo dos vivos, motivado pela dor e a desesperança, faria dele alguém especial para o Senhor dos Mortos? Alguém capaz de fazer o que Seus outros emissários eram ineficientes, como conduzir o Fogo do Samhain? Ou seria insensato de sua parte questionar os desígnios dos Deuses?

— Jack?

Como quem acorda de um sonho, ou mergulha nele, virou-se com a lanterna para a entrada do círculo de pedras, buscando a origem da voz. Uma mulher o observava com a descrença marcando o belo rosto, que ia sendo substituída pela alegria desmedida. Vestida em mantos negros com um cinto laranja atado à cintura, pálida, olhos brilhantes, tinha a face daqueles que não pertenciam mais ao mundo que ele mesmo abandonara nessa noite. E para o qual, sem ela, não desejava voltar.

Correu, abraçando o corpo tantas vezes sonhado nos últimos meses. Ela também o abraçou, sem palavras. Não eram mais necessárias. Alguns instantes depois do sonhado reencontro, a chama da lanterna de abóbora brilhou mais forte, e Jack olhou ao redor. Dezenas de almas o encaravam, esperando, fitando-o com a esperança renovada. Olhou para a mulher amada, que sorria, e pegou sua mão, mais real do que poderia imaginar. O Senhor dos Mortos cumprira sua palavra e agora Jack, o Lanterneiro do Ano Novo, cumpriria a sua.

Caminharam de mãos dadas, Jack indicando o percurso para os outros no caminho ritual em direção da aldeia, orientando os espíritos.

Iluminando a noite do Samhain.

* Livre adaptação da lenda irlandesa de Jack – o – Lantern, um dos símbolos do Halloween. O conto Jack será publicado em 2011 na antologia Espectra – Histórias de Fantasmas, organizado pela autora Georgette Silen, da Editora Literata. Contato com a autora: missgette@yahoo.com.br

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21 comentários

  1. Adorei esse conto da Georgette!
    Fiquei com vontade de ler Lazarus e essa nova antologia dela também.
    Adorei a adaptação da lendo do Jack O Lantern. Tudo a ver com Halloween :)

  2. Olá pessoal =D
    Muito obrigada pelo carinho e pelas msg, será sempre um prazer compartilhar algo de bom com todos vcs.
    Abração!

  3. Ótimo conto Georgette! Esperando a antologia.

  4. Keitty de Oliveira

    E a Laila? Vai fazer um conto também? Eala também é escritora! Reservem um espaço para ela.

  5. MUITO bom! Deixou um gositnho de quero mais UAHSUSAUHS Acho que vou começar a ler Lázarus ainda nessa semana *o*

  6. Olá pessoal =) Obrigada pelo carinho e pelas msgs sobre o conto. Quando quiserem mandar emails para mim, fiquem a vontade tá?Abraços

  7. Oi Georgette! 
    Ótimo conto, aliás, me deu vontade de ir buscar o original e saber qual a diferença da lenda original rsrs

    Obrigada por compartilhá-lo conosco :)

  8. Eu adoro histórias do tipo, e mais ainda nessa época de Outubro. Mal posso esperar belo livro e a propósito, amei a história!

  9. Realmente um belo conto e nao deixo de falar tb do site de voces parabens por apoiar a cultura !Estejam convidados a conhecerem nossos trabalhos de edição.
    Abraços

  10. Louvável.
    Adorei Georgette. Aguardo o livro.

  11. Olá pessoal do Sobre Livros! Muito obrigada pela publicação do conto. Espero poder participar de mais trabalhos do blog, que sempre foi o máximo.
    abraços

  12. Nossa!! Adorei o conto!! Tudo a ver com oque significa o Halloween! Muito bem escrito e feito de acordo com a cultura celta!
    Fiquei curioso pra ler LáZarus e os outros contos presentes nessa futura coletanea!!

    Abraços e Parabéns!!!

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